Quando alguém falece deixando imóveis, é comum que surja a necessidade de uma avaliação para viabilizar o inventário e a partilha entre herdeiros. Entenda como esse processo funciona e qual o papel do avaliador nessa situação.
Por que a avaliação é necessária no inventário
No inventário, todos os bens do falecido precisam ser declarados com seus respectivos valores, tanto para fins de partilha entre herdeiros quanto para o cálculo do ITCMD. Um imóvel avaliado abaixo do valor de mercado pode gerar questionamentos do fisco; um valor superestimado pode prejudicar herdeiros.
Avaliação judicial ou extrajudicial no inventário
Em inventários extrajudiciais, feitos em cartório quando há consenso entre herdeiros, a avaliação costuma ser mais simples. Já em inventários judiciais com disputa, pode ser necessária uma perícia formal, com nomeação de perito pelo juiz.
Como a partilha é impactada pelo valor do imóvel
O valor de mercado atribuído ao imóvel impacta diretamente quanto cada herdeiro recebe em relação aos demais bens do espólio. Um laudo bem fundamentado reduz o risco de disputas futuras entre as partes.
O papel do corretor nesse processo
Corretores de imóveis costumam ser procurados por famílias em processo de inventário justamente para produzir essa avaliação mercadológica, servindo de base para o cartório, o advogado ou o próprio processo judicial.
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Como o Avalie ajuda nessa etapa
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